Resenhas

Revelry - Kandi Steiner

janeiro 24, 2018


Revelry é o primeiro livro de Kandi Steiner que leio e encantou-me de um jeito que há muito tempo um livro não me encantava e emocionava tanto. Essa é uma estória de superação, autoconhecimento e segundas chances, e acredito que em algum momento de nossas vidas poderemos nos identificar com os personagens e as situações vividas por eles.

Wren é uma estilista, divorciada há pouco tempo, e tudo o que quer é tranquilidade para pensar em sua nova vida e em sua carreira, que está sofrendo com seu bloqueio criativo. Por isso resolve tirar férias em uma cabana nas montanhas e não imaginava encontrar nos moradores uma amizade fácil, e nos braços de Anderson uma fuga que nem pensava em ter.

Anderson Black é um homem destruído pela a culpa, não deixa ninguém se aproximar e a última coisa que quer e precisa é um relacionamento. Mas quando conhece Wren, a química e a atração é inegável e ao se permitir falar de seus demônios com Wren descobre que pode ter nela uma amiga e companheira que jamais imaginou.

Wren e Anderson são incríveis juntos, mas os personagens secundários me encantaram tanto - a amizade e o carinho de todos são inexplicáveis e amei o final da Mamãe Von.

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Confira a Sinopse: (Tradução Livre)

Wren Ballard está tentando encontrar-se.

Ela nunca esperava se divorciar aos vinte e sete anos, mas agora que a data da audiência passou, é oficial. A papelada foi assinada. Os seus sentimentos com isso não. Passar o verão em uma pequena cidade montanhosa fora de Seattle é exatamente o que ela precisa. O cenário pacífico seria uma dádiva, o gato com um miado rouco foi uma surpresa, mas o verdadeiro animal? É um vizinho com bons braços, com uma estranha reputação e absolutamente sem nenhum interesse por ela.

Anderson Black está perfeitamente bem por estar perdido.

Ele não se importa com a nova moradora da cidade - ele está muito ocupado lutando contra os seus próprios demônios. Mas quando ele está cara a cara com a Wren, ele pode ver as suas feridas ainda frescas a um quilômetro de distância. O que ele não vê vindo é a sua necessidade de saber quem as colocou lá... Ou seu desespero para curá-las.

Às vezes, perder-se é a maneira de se encontrar.

Às vezes, a cura só adiciona uma nova cicatriz.

E ás vezes, o último lugar que você esperava é exatamente onde você encontra o seu lar.

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